10 Erros Cometidos Nas Redes sociais Que Podem Desmante

25 Apr 2019 14:04
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<h1>Instituto De Ci&ecirc;ncias Biom&eacute;dicas Da Escola De S&atilde;o Paulo</h1>

<p>A prefer&ecirc;ncia do consumidor ser&aacute; cada vez mais por produtos feitos perto de onde ele vive e por marcas engajadas em temas que considera importantes. Os &quot;localtivistas&quot; est&atilde;o estabelecidos a conservar o dinheiro em tuas pr&oacute;prias comunidades. Quatro T&eacute;cnicas Para Otimizar Conte&uacute;do Pra Redes sociais , priorizam o artefato feito na localidade onde moram e acabam com aquela ideia de que &quot;o que vem de fora &eacute; melhor&quot;.</p>

<p>N&atilde;o significa, diz Luiz Arruda, diretor da WGSN Mindset, que esse p&uacute;blico sejam contra o modelo capitalista ou que rejeite totalmente as grandes marcas. O comportamento neste momento est&aacute; presente a olho nu nos Estados unidos e na Europa. &Eacute; o movimento &quot;buy local&quot; (compre localmente). Benjamin Rosenthal, especialista em cultura do consumo e professor da FGV (Funda&ccedil;&atilde;o Getulio Vargas).</p>

<p>Segundo Rosenthal, esse movimento no Brasil &eacute; restrito ao cliente de renda superior -quem ganha menos ainda busca o acesso a grandes marcas-, contudo est&aacute; em ascens&atilde;o. Pro professor, o movimento predomina em setores com forte presen&ccedil;a de grandes ind&uacute;strias, como alimenta&ccedil;&atilde;o, higiene pessoal e vestu&aacute;rio. Nesses mercados, o tra&ccedil;o artesanal do item local &eacute; indicador de propriedade. Depois, surgiram chefs de cozinha interessados em adquirir vegetais cultivados pela pr&oacute;pria cidade. A primeira foi Paola Carosella, dona do restaurante Arturito. Hoje, a clientela adiciona os restaurantes Antonietta Cucina, Chou e outros oito em S&atilde;o Paulo.</p>

<p>Arpad Spalding, que &eacute; um dos cooperados. Ele declara que a gera&ccedil;&atilde;o recinto &eacute; uma vantagem pros chefs porque eles t&ecirc;m acesso simples aos produtores e conseguem acompanhar a planta&ccedil;&atilde;o. Pros compradores do futuro, n&atilde;o &eacute; s&oacute; uma charada de peculiaridade. A imagem da empresa contar&aacute; em t&atilde;o alto grau ou at&eacute; mais que o produto. Uma procura sobre consumo divulgada no ano anterior na consultoria Cone ilustrou que 78% dos americanos querem que as organiza&ccedil;&otilde;es se pronunciem sobre isto temas sociais interessantes.</p>

<p>A maioria (87%) diz estar disposta a obter um produto de uma companhia que defende um conte&uacute;do com o qual se importa, e 76% comprovam que recusariam o servi&ccedil;o de uma empresa que se declarasse contr&aacute;ria a seus valores pessoais. Foram ouvidos 1 mil americanos na enquete. Segundo Arruda, da WGSN Mindset, este modo est&aacute; atrelado &agrave; assimila&ccedil;&atilde;o de que, para produzir mudan&ccedil;as, &eacute; necess&aacute;rio agir nas ruas, e n&atilde;o s&oacute; nas m&iacute;dias sociais. &Eacute; o que a consultoria chama de &quot;final do ativismo do sof&aacute;&quot;. Arruda. Como Us&aacute;-lo Para Trazer P&uacute;blico Para Um Marketplace , agir verdadeiramente em benef&iacute;cio de uma circunst&acirc;ncia utilizada no marketing da empresa &eacute; a apoio para n&atilde;o parecer oportunista.</p>

<p>O hiperlink foi a minha moeda, h&aacute; 6 anos. Decorrente da ideia do hipertexto, o link dava uma diversidade e uma descentraliza&ccedil;&atilde;o que o universo real n&atilde;o tinha. O hiperlink Marketing De Conte&uacute;do: O Guia Definitivo o esp&iacute;rito aberto e interconectado da rede mundial de pcs -uma vis&atilde;o que come&ccedil;ou com seu inventor, Tim Berners-Lee.</p>

<p>O link foi uma maneira de abandonar a centraliza&ccedil;&atilde;o -todos os v&iacute;nculos, linhas e hierarquias- e substituir isto por qualquer coisa mais distribu&iacute;do, um sistema da gente e redes. Os web sites deram maneira a esse esp&iacute;rito de descentraliza&ccedil;&atilde;o: eles eram janelas pra vidas que dificilmente voc&ecirc; conheceria muito; pontes que ligavam vidas diferentes pra cada uma delas e que, por isso, as mudavam. Os sites eram caf&eacute;s onde as pessoas trocavam ideias diferentes sobre o assunto todo e qualquer t&oacute;pico que poderia te interessar.</p>

<ul>

<li>6 - Definir os canais</li>

<li>Use m&iacute;dias sociais, entretanto n&atilde;o seja um ca&ccedil;ador de conex&otilde;es</li>

<li>Qual o teu diferencial em liga&ccedil;&atilde;o aos seus concorrentes</li>

<li>Conhe&ccedil;a teu p&uacute;blico</li>

<li>30% de assunto respectivo</li>

<li>Agnelo comentou: 26/07/doze &aacute;s 22:02</li>

</ul>

<p>Eles foram t&aacute;xis de Teer&atilde; em larga escala. Desde que sa&iacute; da pris&atilde;o, todavia, percebi o quanto o hiperlink se desvalorizou, quase ficou obsoleto. Quase todas as m&iacute;dias sociais nesta ocasi&atilde;o tratam o link como tratam cada outro objeto -a mesma coisa que uma foto ou um trecho de texto-, ao inv&eacute;s de v&ecirc;-lo como uma maneira de enriquecer o texto.</p>

<p>Voc&ecirc; &eacute; estimulado a publicar um s&oacute; link e exp&ocirc;-lo a um procedimento semidemocr&aacute;tico de curtir, e identificar, e p&ocirc;r cora&ccedil;&otilde;es. Agrupar incalcul&aacute;veis links a um texto &eacute; uma quest&atilde;o que, em geral, neste instante n&atilde;o se permite. Os hiperlinks viraram objeto, est&atilde;o isolados, despojados dos seus poderes. Ao mesmo tempo, estas m&iacute;dias sociais tendem a cuidar textos e imagens nativas -coisas que s&atilde;o diretamente publicadas nelas- com muito mais respeito do que por aquelas que est&atilde;o em p&aacute;ginas externas. Um fot&oacute;grafo amigo me explicou como as imagens que ele publica diretamente no Facebook recebem um grande n&uacute;mero de curtidas, o que por sua vez significa que elas aparecem mais nos conte&uacute;dos de algumas pessoas.</p>

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<p>Por outro lado, no momento em que ele publica um link pra mesma imagem em qualquer espa&ccedil;o fora do Facebook -seu blog agora empoeirado, a t&iacute;tulo de exemplo-, as imagens s&atilde;o muito menos vis&iacute;veis para o respectivo Facebook e, dessa forma, obt&ecirc;m muito menos curtidas. Marcelo Victor/Arquivo 2018B per&iacute;odo se autorefor&ccedil;a. V&aacute;rias redes, como o Twitter, tratam os hiperlinks um pouco melhor. Novas, servi&ccedil;os prec&aacute;rios, s&atilde;o muito mais paranoicas.</p>

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